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Microrregiões pantaneiras: Pantanal do Paraguai

Apesar de ser um bioma único, o Pantanal é formado por 11 microrregiões! Cada uma possui diferentes características naturais e pode abrigar distintas espécies de animais, que variam de acordo com as condições da região. E, para que você conheça todas, nós explicaremos uma a uma no decorrer das semanas! 

PANTANAL DO PARAGUAI

Hoje, vamos falar sobre o Pantanal do Paraguai, que representa, em sua maior parte, a grande planície de inundação do Rio Paraguai. O território vai desde a ilha do Caracará, nos limites no Pantanal de Cáceres, até as do Maciço do Urucum, ao Sul de Corumbá. 

Rio Paraguai, no Pantanal. (Foto: Creative Commons)

AS INUNDAÇÕES

A superfície é constituída principalmente por sedimentos arenosos inconsolidados e semi consolidados da Formação Pantanal. Também possui antigos depósitos aluviais, que lá estão há aproximadamente 11.650 anos. Além do mais, ela também é caracterizada pela incidência de baías e longos períodos de inundação, que podem chegar a até seis meses, mantendo algumas áreas permanentemente inundadas!

O SOLO FÉRTIL

Quanto ao solo, pode-se dizer que predomina o Gleissolo, que estão localizados em áreas de várzeas, normalmente com vegetação de vereda e são permanente ou periodicamente saturados de água. E, embora menos expressivo, encontra-se ainda o Vertissolo, constituído por material mineral, com argilas expansivas e que, no período de seca, apresenta fendas na sua superfície, inclusive verticais. 

A BIODIVERSIDADE

A flora da região é bem característica, sendo as fitofisionomias predominantes: floresta estacional semidecidual/formações pioneiras (ecótono), formações pioneiras e savana/formações pioneiras (ecótonos). A principal formação pioneira é o cambarazal, um tipo vegetacional formado basicamente por indivíduos de Vochysia divergens Pohl, Vochysiaceae, conhecida popularmente por cambará. Ainda nesta unidade, também ocorrem grandes lagoas, mas ao contrário do que se pode pensar, não há muitos indícios de plantas aquáticas.

 

Fonte: Portal Pantanal

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