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Turismo e gestão das águas para a proteção do Pantanal

O Instituto SOS Pantanal representado pelo presidente, Roberto Klabin, e pelo diretor-executivo, Felipe Augusto Dias, se reuniram com o ministro do meio ambiente, Sarney Filho, no início de setembro, para debaterem uma agenda futura para o Pantanal.

As medidas que devem incluir a integração entre a gestão das água, meio ambiente e o turismo serão anunciadas em 21 de Outubro, durante o II Encontro da Carta Caiman, que vai ocorrer no Refúgio Caiman, no Pantanal de Miranda, em Mato Grosso do Sul. O encontro também contará com os representantes do governo de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Em 2016, os governadores Pedro Taques e Reinaldo Azambuja Silva, assinaram junto ao ministro e ao presidente do Instituto SOS Pantanal a primeira versão da Carta Caiman, que tem como objetivo criar uma política integrada de proteção e desenvolvimento para o bioma.

Participaram da reunião em Brasília, os presidentes da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu Guillo e Vinícius Lummertz da Embratur. Também estavam presentes, Suely Mara Vaz Guimarães de Araújo, a presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis  (Ibama) e, Ricardo Soavinski, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio).

Dentre as demandas apresentadas na reunião pelo Instituo SOS Pantanal, é a de aplicar recursos de multas aplicadas pelo ICMBio e IBAMA sejam direcionadas em ações de recuperação proteção dos rios da Bacia do Alto Paraguai -. Essa ação já esta acontecendo nos rios da bacia do São Francisco.

“Todas essas ações tem como foco a criação de uma política de desenvolvimento para o Pantanal voltado para as suas potencialidades, que é o turismo e as atividades econômicas que não impactam a sua biodiversidade”, explica Felipe Dias, diretor-executivo da SOS Pantanal.

Licenciamento

O impacto no Pantanal das alterações propostas no Congresso Nacional para o licenciamento ambiental no Brasil foram outro ponto importante de discussões. O projeto de lei propõe o fim da obrigatoriedade ou a simplificação do licenciamento ambiental para empreendimentos de infraestrutura, como construção de estradas e obras de saneamento, além de atividades agropecuárias. O debate sobre o PL ocorreu com representantes da Frente Parlamentar Ambientalistas em defesa da Amazônia, liderada pelo deputado Alexandre Molon.