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Parceria em favor do pantanal envolve entidades e pesquisadores

Por Carta Capital Envolverde

Uma parceira em prol do Pantanal vai unir uma das mais importantes instituições de pesquisas dos mundo, o Smithsonian Institute (em inglês), com o Instituto SOS Pantanal e instituições como a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Embrapa Pantanal entre outras.

A primeira reunião do grupo aconteceu em São Paulo na sexta-feira (4/4), e contou com a presença de conselheiros do Instituto SOS Pantanal, como Teresa Bracher e Alexandre Bossi, e o presidente do SOS Pantanal, Roberto Klabin. O Smithsonian Institute, possui 19 museu e um zoológico em Washington DC, nos EUA, e foi representando por Matthew Lukenhouse, assessor do escritório de Relações Internacionais e Programas Globais e por Peter Leimgruber, diretor do Centro de Ecologia da Conservação. O encontro foi registrado pelo diretor de comunicação, Matthew Lutkenhouse.

No sábado, os pesquisadores visitaram o Pantanal de Miranda, no Mato Grosso do Sul, em participaram de uma sequência de atividades no Refúgio Caiman, onde puderam conhecer mais sobre a atuação do SOS Pantanal, que desde 2008 realiza o monitoramento da cobertura vegetal da Bacia do Alto Paraguai. O SOS Pantanal também lançou em 2017, um Atlas da Cobertura Vegetal da Bacia do Alto Paraguai – um dos diagnóstico mais recentes sobre o grau de conservação da região.

O primeiro contato do SOS Pantanal com os pesquisadores do Smithsonian Institute ocorreu em 2017, através do conselheiro Alexandre Bossi. Em seguida, o presidente do SOS Pantanal, Roberto Klabin, visitou a sede do Smithsonian Conservation Biology Institute em Front Royal, no estado de Virgínia, nos Estados Unidos, e lançou o convite para que os representantes da instituição viessem conhecer a atuação do SOS Pantanal no Brasil.

Também participaram da reunião Ronaldo Gonçalves Morato, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/CENAP) e representantes da Embrapa Pantanal, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, do Projeto Onçafari, da Fundação ACAIA, Fundação Arara Azul, do Instituto do Homem Pantaneiro, do REPAMS e vários fazendeiros do bioma Pantanal.

“O próximo passo é definir o foco desta parceria que certamente será um importante passo em prol da proteção Pantanal”, afirma Felipe Dias, diretor executivo do Instituto SOS Pantanal, que participou de ambos os encontros.

O Instituto SOS Pantanal desde a sua criação realiza o monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo, na porção brasileira da Bacia do Alto Paraguai – Pantanal.

Na ultima reunião do grupo, novamente em São Paulo, ficou decidido que ainda em 2018, acontecerá um Summit de apresentação dos projetos em prol do Pantanal, para que os pesquisadores do Smithsonian Institute possam interagir com tudo que está sendo executado na região e assim desenharem estratégias em conjunto que façam sentido para todas as instituições envolvidas.

“Outro ponto importante é que as pessoas que moram no Pantanal também irão participar desses projetos e serão ouvidas. O homem pantaneiro fará parte de todo contexto proposto”, explica Felipe Dias, diretor do Instituto SOS Pantanal. (#Envolverde)