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Seminário internacional debate o futuro do Pantanal

Da Assessoria de Imprensa

O Instituto SOS Pantanal que pretende debater os erros e os acertos de regiões semelhantes ao Pantanal brasileiro e suas opções para o desenvolvimento

O evento propõe uma ampla discussão sobre o turismo,  a ocupação econômica, o diálogo de saberes e as possíveis parcerias em prol da construção de caminhos para o desenvolvimento local e a proteção do Pantanal.  O Seminário Internacional Três Biomas: Pantanal, Everglades e Okavango – desafios e oportunidades,  acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de maio nas cidades de Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) e Brasília (DF).

Em Brasília o evento será 11 de maio, no Ministério do Meio Ambiente – Esplanada dos Ministérios, Bloco B, Auditório Ipê Amarelo, às 8h. O presidente do Instituto, Roberto Klabin, fará a abertura dos debates. Os eventos de Campo Grande e Cuiabá vão ocorrer nas Assembleias Legislativas, nos dias 9 e 10 de maio.

Durante o Seminário o Instituto fará a divulgação do Atlas do Pantanal, o último monitoramento sobre o desmatamento na Bacia do Alto Paraguai (BAP), entre os anos de 2014 e 2016. Os dados do Instituto integram a plataforma do Governo Federal para o monitoramento do bioma Pantanal.

A proposta desses encontros é debater os erros e acertos de regiões semelhantes ao Pantanal, como Everglades, nos EUA e Okavango, em Botsuana. Os eventos envolverão os diversos atores desse bioma, como a Academia, o Governo, a Justiça, o Terceiro Setor, o Setor Rural e as Comunidades Tradicionais. O Seminário é uma realização do Instituto SOS Pantanal e seus parceiros, e as inscrições são gratuitas pelo site: http://www.sospantanal.org.br/seminario

Okavango

Também serão debatidos desafios do Pantanal brasileiro, e traçado um comparativo entre os erros e acertos dos projetos de desenvolvimento empreendidos em ambientes similares como: Everglades (EUA) e Okavango (Botswana).

O encontro contará com a presença de Christopher Roche, diretor de marketing do Wilderness Safari – Okavango, em Botswana, e Robert Johnson, direto do Parque Nacional da Flórida – Everglades, EUA.

A Wilderness Safari é uma empresa que atua com turismo de natureza, com forte participação comunitária, desde 1983. A empresa, emprega 2,5 mil pessoas e é modelo no Continente Africano na gestão de iniciativas na Namíbia, Botswana, Quênia, África do Sul, Zâmbia, Zimbábue e Seychelles.

Robert Johnson é diretor do Centro de Recursos Naturais do Sul da Flórida – Everglades, e representante do U.S. National Park Service (NPS). Ele é um dos encarregados em mais de 20 comitês consultivos e para proteger e restaurar o ambiente do sul da Flórida.

“A proposta é reunirmos todos os setores do Pantanal em um só espaço  para juntos pensarmos o futuro da região. O bioma passa por um momento de grandes ameaças, com aumento contínuo do desmatamento e só terá a garantia de um futuro sustentável quando houver uma consonância sobre as propostas para a região”, afirma Felipe Augusto Dias, diretor-executivo, do Instituto SOS Pantanal.

O Complexo do Pantanal

Localizado na Bacia do Alto Paraguai (BAP), constituindo uma planície sedimentar de aproximadamente 160.000 quilômetros quadrados. Com o seu maior território entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a região abrange áreas na Bolívia e Paraguai. É a maior área úmida do planeta, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera. O Pantanal é Considerado um Complexo de Ecossistemas, pois trata-se de uma região de encontro entre Cerrado, Chaco, Amazônia, Mata Atlântica e Bosque Seco Chiquitano. Existem no Pantanal pelo menos 3.500 espécies de plantas, 550 de aves, 124 de mamíferos, 80 de répteis, 60 de anfíbios e 260 espécies de peixes de água doce, sendo que algumas delas em risco de extinção.

 O Instituto SOS Pantanal

O Instituto é uma organização não-governamental que atua desde 2009 na região e tem a missão de informar e promover o diálogo para um Pantanal sustentável. Com representantes dos diversos setores. O SOS Pantanal surgiu em um momento em que a necessidade da gestão do conhecimento e do diálogo são fundamentais para a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais do planeta.

PROGRAMAÇÃO

 Palestrantes:

ROBERT JOHNSON

Geólogo graduado pela Universidade James Madison e Mestre em Ciências Ambientais. Recursos Hídricos da Universidade da Virgínia. Atualmente é Diretor do Centro de Recursos Naturais do Sul da Flórida – Everglades.

Representante do U.S. National Park Service (NPS) em mais de 20 comitês consultivos e técnicos, encarregados de proteger e restaurar o ambiente do sul da Flórida. Os comitês estão relacionados à proteção da qualidade da água, gestão de bacias hidrográficas e planejamento do uso da terra.

Participou como perito de mais de 25 casos de litígio em tribunais federais e estaduais, representando o U.S. National Park Service, Governo da Flórida e outros órgãos legislativos estaduais e federais.

Prêmios U.S. National Park Service:

  • Prêmio de Diretor da Região Sudeste pela Ciência em 1990 e em 1992;
  • Prêmio de Honra do NPS pelo Serviço Superior em 1995
  • Prêmio de Gestão de Recursos Naturais em 2001
    • Prêmio do Diretor da Região Sudeste; e
    • Prêmio do Diretor do U.S. National Park Service.
  • Prêmio George Barley pelo serviço público sustentado na conferência anual da Coalizão dos Everglades em 1997.

CHRISTOFER ROCHE

Bacharelado em Artes (Honras) da História Ambiental pela University of Cape Town. Bacharelado em Artes Inglês; História; Filosofia; Política; Economia University of Cape Town. Mestre em Artes da Ecologia Histórica, University of Cape Town. Iniciou sua carreira na indústria de ecoturismo nos anos 90, trabalhando como guia, instrutor de guia e ecologista. Atualmente é Diretor de Marketing da Wilderness Safaris.

FABIO DE OLIVEIRA ROQUE

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCAR. Doutor em Ecologia e Recursos Naturais também na UFSCAR. Atualmente é professor adjunto na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

Tem experiência na área de biodiversidade e conservação, atuando principalmente nos seguintes temas: biologia da conservação, biomonitoramento e insetos aquáticos.É coordenador executivo do Programa Biota-MS e editor associado da revista Biota Neotropica. Membro do Centre for Tropical Environmental & Sustainability Science (James Cook University)

FELIPE AUGUSTO DIAS

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Estadual de Maringá – UEM. Doutor em Ciências com ênfase em Geografia Física pela Universidade de São Paulo – USP. Diretor Executivo Instituto Socio Ambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal.

ROBERTO LUIZ LEME KLABIN

Empresário, formado em direito pela Universidade de São Paulo, sua vida empresarial está ligada a trajetória familiar do Grupo Klabin. Sua atuação ambiental começou em 1980, como fundador do OIKOS, a União dos Defensores da Terra. Também foi fundador e, por mais de 20 anos, o diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, uma das mais importantes entidades ambientais do país, da qual integra o conselho. Como empresário foi responsável por introduzir a ideia do turismo de natureza na agenda brasileira, tornando sua fazenda no Pantanal, a Pousada Caiman, um dos bons exemplos de empreendedorismo sustentável no mundo.  (#Envolverde)

Sobre a SOS PANTANAL:

http://www.sospantanal.org.br/seminario

http://www.sospantanal.org.br

https://www.facebook.com/institutosos.pantanal/ 

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